Meu niver. Comemorei ontem, pois sabia que hoje seria um dia um pouco movimentado. De fato até que foi, mas não tanto como eu pensava...
Fui à missa, ajudei na festa da amizade, almocei na minha mãe e esperei pelas 16h. Nem estava muito ansiosa. Mas, ao chegar no aeroporto, a ideia de ter que me virar totalmente sozinha - é, acho que no fundo sou um pouco dependente, já que não tenho muita vocação para falar com pessoas desconhecidas - me deixou um pouco receosa.
Depois de me despedir do Victor, minha mãe e Oswaldo, fui para a fila de embarque. Correu tudo tão tranquilamente que fiquei aliviada - até um pouco desconfiada, mas à toa. Só paguei mico na fila. Na verdade, não um grande mico, mas fui tomada de um rubor que fez com que as pessoas na fila me perguntassem se eu era europeia - o que me fez ficar mais vermelha ainda - e depois se era normal eu ficar vermelha daquele jeito. Muuuuuuuito normal, disse eu - na verdade, há muito tempo não acontecia isso comigo, mas fazer o quê?
Fui seguindo o fluxo e as informações, conhecendo mais gente na fila - as pessoas puxavam assunto - e acabei me sentando justamente perto daquelas que conheci ao longo do caminho. Foi muito bom, pois uma das moças que conheci me ofereceu um Dramin que me dopou a viagem inteira. Claro que só me permiti dormir após a janta - eu ia perder? - e me esforcei bastante para ficar acordada para o café da manhã...
Eis como fiquei ao acordar (16/07):
A viagem em si foi muito tranquila, tirando o torcicolo que só consegui resolver depois de um tempo, colocando o travesseiro atrás do pescoço em uma posição estratégica.
As pessoas costumam dizer que a pior parte de voar é a decolagem e a aterrissagem. Para mim, a decolagem foi ótima, tipo montanha russa, sorri e tudo. A aterrissagem so é chata porque a gente já fica ansioso para chegar logo e até baixar toda aquela atitude demora um pouco... Para mim, a pior parte foi saber que estava sobrevoando o Oceano Atlântico e ficar pensando que, se o avião caísse naquele momento, que eu morresse antes de chegar na água, pois não queria de jeito nenhuma ser comida por tubarões ou ficar presa no avião embaixo d'água. Minha irmã falou que eu sou horrivel por pensar essas coisas, mas tenho uma imaginação incontrolável. Bem, já fico pensando em como fazer para não ter novos pensamentos como esses... Quem sabe DOIS Dramins? : )
Fico por aqui, com a promessa de escrever mais... Agora tenho que encontrar minha irmão no Shopping. Vou andar sozinha por aí... Se eu demorar muito a escrever de novo, devo ter me perdido... hahaha
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